Era sexta-feira, estávamos cansados e, claro, um pouco envergonhados. Ficámos na mesa com a Dulce e C.ª.
Eu recebi:
http://bionicle.lego.com/en-us/story/bios/legends/Ackar.aspx
Três meninos discutem quem tem o pai mais alto.
- O meu pai é tão grande, tão grande como a Torre Eiffel!
- O meu pai é tão alto tão alto que toca em coisas nas nuvens!
- O meu pai é tão alto, mas tão alto que essas coisas que o teu toca nas nuvens são os tomates do meu!
Ó valha-me Deus!
Pai, hoje aprendi a multiplicação! É só somar sempre o mesmo número!
“Em matemática, a multiplicação é uma operação binária. Na sua forma mais simples a multiplicação é uma forma simples de se adicionar uma quantidade finita de números iguais. O resultado da multiplicação de dois números é chamado produto. Os números sendo multiplicados são chamados de coeficientes ou operandos, e individualmente de multiplicando e multiplicador” Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Multiplica%C3%A7%C3%A3o
He got it!
Bem haja o meu primogénito.
Considerado o Melhor Espectáculo para a Infância e Juventude pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro em 1983, Afonso Henriques é um espectáculo encenado por João Brites que confronta a imagem que se tem do nosso primeiro rei com os diferentes relatos e memórias que foram sendo transmitidos ao longo dos tempos.
A recriação de Afonso Henriques, estreado em 1982, pretende trazer um novo olhar sobre a sua dramaturgia e a sua cenografia, pretende actualizar a sua contemporaneidade inerente, pretende reacender com fogo novo as glórias e vicissitudes do nosso primeiro rei e despertar nas crianças o seu espírito crítico.
O menino Afonso Henriques era aleijado das pernas, sonhou um dia ser um rei invencível contra os mouros e castelhanos mas quando acordou verificou que as suas pernas eram perfeitas e que no lábio superior lhe crescia um bigode.
Já homem feito, o nosso Afonso Henriques andava de batalha em batalha, quando se lembra que o reino precisa de um herdeiro. As bodas desenrolam-se em Coimbra, casa com D. Mafalda e o seu filho nasce no dia de S. Martinho.
O rei escolhe um punhado de homens e durante a noite ataca de surpresa a cidade de Santarém. Em nome do reino de Deus, estes cristãos da Idade Média matam os mouros adormecidos e conseguem conquistar a cidade.